domingo, 15 de novembro de 2009

PROPRIEDADES PERIÓDICAS

Propriedades Periódicas dos Elementos
Propriedades aperiódicas são aquelas cujos valores variam ( crescem ou decrescem) na medida que o número atômico aumenta e que não se repetem em períodos determinados ou regulares.
Exemplo: a massa atômica de um número sempre aumenta de acordo com o número atômico desse elemento.
As propriedades periódicas são aquelas que , na medida em que o número atômico aumenta, assumem valores semelhantes para intervalos regulares, isto é, repetem periodicamente.
Exemplo: o número de elétrons na camada de valência.
RAIO ATÔMICO: O TAMANHO DO ÁTOMO
É uma característica difícil de ser determinada. Usaremos aqui, de maneira geral, dois fatores:
Número de níveis (camadas): quanto maior o número de níveis, maior será o tamanho do átomo.
Se os átomos comparados tiverem o mesmo número de níveis (camadas), usaremos:
Números de prótons ( número atômico Z ): o átomo que apresentar o maior número de prótons exerce uma maior atração sobre os seus elétrons, o que ocasiona uma diminuição do seu tamanho (atração núcleo-elétron).



ENERGIA DE IONIZAÇÃO
É a energia necessária para remover um ou mais elétrons de um átomo isolado no estado gasoso.
X0(g) + energia ® X+(g) + e-
A remoção do primeiro elétron, que é o mais afastado do núcleo, requer uma quantidade de energia denominada primeira energia de ionização (1a E.I.) e assim sucessivamente. De maneira geral podemos relacionar a energia de ionização com o tamanho do átomo, pois quanto maior for o raio atômico, mais fácil será remover o elétron mais afastado (ou externo), visto que a força de atração núcleo-elétron será menor.
Generalizando:
QUANTO MAIOR O TAMANHO DO ÁTOMO, MENOR SERÁ A PRIMEIRA ENERGIA DE IONIZAÇÃO
Logo, a 1a E.I. na tabela periódica varia de modo inverso ao raio atômico.



Unidades utilizadas para a energia de ionização:
eV ---------------------------- elétron-volt
Kcal / mol --------------------quilocaloria por mol
KJ / mol -------------------- -quilojoule por mol
AFINIDADE ELETRÔNICA ou ELETROAFINIDADE
É a energia liberada quando um átomo isolado, no estado gasoso, "captura" um elétron.
X0(g) + e- ® X-(g) + energia



Quanto menor o tamanho do átomo, maior será sua afinidade eletrônica.
Infelizmente, a medida experimental de afinidade eletrônica é muito difícil e, por isso, seus valores são conhecidos apenas para alguns elementos químicos. Além disso essa propriedade não é definida para os gases nobres.

ELETRONEGATIVIDADE

É a forca de atração exercida sobre os elétrons de uma ligação.
A eletronegatividade dos elementos não é uma grandeza absoluta, mas, sim, relativa. Ao estudá-la, na verdade estamos comparando estamos comparando a força de atração exercida pelos átomos sobre os elétrons de uma ligação. Essa força de atração tem uma relação com o RAIO ATÔMICO: Quanto menor o tamanho de um átomo, maior será a força de atração, pois a distância núcleo-elétron da ligação é menor. Também não é definida para os gases nobres.



ELETROPOSITIVIDADE ou CARÁTER METÁLICO
Eletropositividade é a capacidade de um átomo perder elétrons, originando cátions.
Os metais apresentam elevadas eletropositividades, pois uma de suas características é a grande capacidade de perder elétrons. Entre o tamanho do átomo e sua eletropositividade, há uma relação genérica, uma vez que quanto maior o tamanho do átomo, menor a atração núcleo-elétron e, portanto, maior a sua facilidade em perder elétrons. Também não está definida para os gases nobres.



PROPRIEDADE FÍSICAS DOS ELEMENTOS
As propriedades físicas são determinadas experimentalmente, mas, em função dos dados obtidos, podemos estabelecer regras genéricas para sua variação, considerando a posição do elemento na tabela periódica.
DENSIDADE
Num período:
A densidade cresce das extremidades para o centro
Numa família:
A densidade cresce de cima para baixo.
Esquematicamente, podemos representar por:



Assim, os elementos de maior densidade estão situados na parte central e inferior da tabela, sendo o Ósmio (Os) o elemento mais denso (22,5 g/cm3).
*** A tabela apresenta densidade obtida a 0 C e 1 atm.
PONTO DE FUSÃO (PF) e PONTO DE EBULIÇÃO (PE)
PONTO DE FUSÃO
: É temperatura na qual uma substância passa do estado sólido para o estado líquido.
PONTO DE EBULIÇÃO: É temperatura na qual uma substância passa do estado líquido para o estado gasoso.
Na família IA (alcalinos) e na família IIA (alcalinos terrosos), IIB, 3A, 4A, os elementos de maior ponto de fusão (PF) e ponto de ebulição (PE) estão situados na parte superior da tabela.
De modo inverso, nas demais famílias, os elementos com maiores PF e PE estão situados na parte inferior.
Nos períodos, de maneira geral, os PF e PE crescem da extremidades para o centro da tabela.
Esquematicamente podemos representar por:



Entre os metais o tungstênio (W) é o que apresenta o maior PF: 5900 ° C. Uma anomalia importante ocorre com o elemento químico carbono (C),um ametal: Ele tem uma propriedade de originar estruturas formadas por um grande número de átomos, o que faz com que esse elemento apresente elevados pontos de fusão ( PF =3550 ° C)

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

SEGURANÇA DO TRABALHO (TIPOS DE EPIs)

Principais equipamentos de proteção individual
Abaixo, estão listados os principais itens de EPI disponíveis no mercado, além de informações e descrições importantes para assegurar a sua identificação e o uso:
Luvas
Um dos equipamentos de proteção mais importantes, pois protege as partes do corpo com maior risco de exposição: as mãos. Existem vários tipos de luvas no mercado e a utilização deve ser de acordo com o tipo de formulação do produto a ser manuseado. A luva deve ser impermeável ao produto químico. Produtos que contêm solventes orgânicos, como por exemplo os concentrados emulsionáveis, devem ser manipulados com luvas de BORRACHA NITRÍLICA ou NEOPRENE, pois estes materiais são impermeáveis aos solventes orgânicos. Luvas de LÁTEX ou de PVC podem ser usadas para produtos sólidos ou formulações que não contenham solventes orgânicos.De modo geral, recomenda-se a aquisição das luvas de "borracha NITRILICA ou NEOPRENE", materiais que podem ser utilizados com qualquer tipo de formulação.Existem vários tamanhos e especificações de luvas no mercado. O usuário deve certificar-se sobre o tamanho ideal para a sua mão, utilizando as tabelas existentes na embalagem.

Respiradores Geralmente chamados de máscaras, os respiradores têm o objetivo de evitar a inalação de vapores orgânicos, névoas ou finas partículas tóxicas através das vias respiratórias. Existem basicamente dois tipos de respiradores: sem manutenção (chamados de descartáveis) que possuem uma vida útil relativamente curta e recebem a sigla PFF (Peça Facial Filtrante), e os de baixa manutenção que possuem filtros especiais para reposição, normalmente mais duráveis.Os respiradores mais utilizados nas aplicações de produtos fitossanitários são os que possuem filtros P2 ou P3. Para maiores informações consulte o fabricante.Os respiradores são equipamentos importantes mas que podem ser dispensados em algumas situações, quando não há presença de névoas, vapores ou partículas no ar, por exemplo:a) aplicação tratorizada de produtos granulados incorporados ao solo;b) pulverização com tratores equipados com cabines climatizadas.
Devem estar sempre limpos, higienizados e os seus filtros jamais devem estar saturados. Antes do uso de qualquer tipo de respirador, o usuário deve estar barbeado, além de realizar um teste de ajuste de vedação, para evitar falha na selagem.Quando estiverem saturados, os filtros devem ser substituídos ou descartados.É importante notar que, se utilizados de forma inadequada, os respiradores tornam-se desconfortáveis e podem transformar-se numa verdadeira fonte de contaminação.O armazenamento deve ser em local seco e limpo, de preferência dentro de um saco plástico.

Viseira facial Protege os olhos e o rosto contra respingos durante o manuseio e a aplicação.A viseira deve ter a maior transparência possível e não distorcer as imagens. Deve ser revestida com viés para evitar corte. O suporte deve permitir que a viseira não fique em contato com o rosto do trabalhador e embace. A viseira deve proporcionar conforto ao usuário e permitir o uso simultâneo do respirador, quando for necessário.Quando não houver a presença ou emissão de vapores ou partículas no ar o uso da viseira com o boné árabe pode dispensar o uso do respirador, aumentando o conforto do trabalhador.Existem algumas recomendações de uso de óculos de segurança para proteção dos olhos. A substituição do óculos pela viseira protege não somente os olhos do aplicador mas também o rosto.

Jaleco e calça hidro-repelentes: São confeccionados em tecido de algodão tratado para se tornarem hidro-repelentes, são apropriados para proteger o corpo dos respingos do produto formulado e não para conter exposições extremamente acentuadas ou jatos dirigidos. É fundamental que jatos não sejam dirigidos propositadamente à vestimenta e que o trabalhador mantenha-se limpo durante a aplicação.Os tecidos de algodão com tratamento hidro-repelente ajudam a evitar o molhamento e a passagem do produto tóxico para o interior da roupa, sem impedir a transpiração, tornando o equipamento confortável. Estes podem resistir até 30 lavagens, se manuseados de forma correta. Os tecidos devem ser preferencialmente claros, para reduzir a absorção de calor e ser de fácil lavagem, para permitir a sua reutilização.Há calças com reforço adicional nas pernas, que podem ser usadas nas aplicações onde exista alta exposição do aplicador à calda do produto (pulverização com equipamento manual, por exemplo).

Jaleco e calça em nãotecido São vestimentas de segurança confeccionados em nãotecido (tipo Tyvek/Tychem QC). Existem vários tipos de nãotecidos e a diferença entre eles se dá pelo nível de proteção que oferecem. Além da hidro-repelência, oferecem impermeabilidade e maior resistência mecânica à névoas e às partículas sólidas.O uso de roupas de algodão por baixo da vestimenta melhoram sua performance, com maior absorção do suor, melhorando o conforto ao trabalhador com relação ao calor.As vestimentas confeccionadas em nãotecido têm durabilidade limitada e não devem ser utilizadas quando danificadas. As vestimentas de nãotecido não devem ser passadas a ferro, não são a prova ou retardantes de chamas, podem criar eletricidade estática e não devem ser usadas próximo ao calor, fogo, faíscas ou em ambiente potencialmente inflamável ou explosivo, pois se auto-consumirão. As vestimentas em nãotecido devem ser destruídas em incineradores profissionais para não causarem danos ao ambiente.

Boné árabe Confeccionado em tecido de algodão tratado para tornar-se hidro-repelente.Protege o couro cabeludo e o pescoço de respingos e do sol.

Capuz ou touca Peça integrante de jalecos ou macacões, podendo ser em tecidos de algodão tratado para tornar-se hidro-repelente ou em nãotecido.Substituem o boné árabe na proteção do couro cabeludo e pescoço.

Avental Produzido com material resistente a solventes orgânicos (PVC, bagum, tecido emborrachado aluminizado, nylon resinado ou nãotecidos), aumenta a proteção do aplicador contra respingos de produtos concentrados durante a preparação da calda ou de eventuais vazamentos de equipamentos de aplicação costal.

Botas Devem ser impermeáveis, preferencialmente de cano alto e resistentes aos solventes orgânicos, por exemplo, PVC. Sua função é a proteção dos pés. É o único equipamento que não possui C.A.

Risco X exposição x operação
Os EPI não foram desenvolvidos para substituir os demais cuidados na aplicação e sim para complementá-los, evitando-se a exposição. Para reduzir os riscos de contaminação, as operações de manuseio e aplicação devem ser realizadas com cuidado, para evitar ao máximo a exposição.

Atenção: Esta tabela não deve ser considerada como único critério para utilização dos EPI. As condições do ambiente de trabalho poderão exigir o uso de mais itens ou dispensar outros para aumentar a segurança e o conforto do aplicador. Leia as recomendações do rótulo e bula. Observe a legislação pertinente.

domingo, 18 de outubro de 2009

EINSTEIN E A 2.GUERRA MUNDIAL

Trabalho realizado pela aluna Caroline do 6.ano do colégio PEDRO II.

ALBERT EINSTEIN E AS CONSEQUÊNCIAS DA 2.GUERRA MUNDIAL

Guerra mundial,essas duas palavras representam muito sofrimento e destruição.O cientista Albert Einstein, jamais imaginara que sua teoria seria utilizada para a guerra.
Einstein descobriu que os átomos de urânio podem ser transformados numa importante arma potente e essa descoberta foi usada para criar a bomba atômica que destruiu milhares de famílias e um vasto território. As cidades Hiroshima e Nagasaki foram completamente destruídas em alguns segundos. Então vos faço duas perguntas: Como algo que destrói tanto pode trazer benefícios à raça humana? Como podem existir pessoas que queiram a guerra, ou seja, destruição total?
A questão é que a Ciência só deve ser ultilizada para o bem de todos e a preservação do planeta.

Japão, Itália e Alemanha adotaram, na década de 30, uma política declaradamente imperialista. Cobiçando as matérias-primas e os vastos mercados da Ásia, o Japão reiniciou sua investida imperialista em 1931, conquistando a Mandchúria, região rica em minérios que pertencia à China.
Na mesma época a Alemanha Nazista se juntou a Itália fascista e juntas intervieram na guerra civil espanhola, unindo forças às tropas do general Franco. Desse apoio surgiu a união formal com Mussolini e em seguida era a vez dos japoneses assinarem o Pacto Anti-Komintern (anticomunista) com o objetivo de combater o comunismo que ganhava impulso internacional e tinha na URSS a principal liderança.
O Japão, na época comandado pelo imperador Hiroíto, apoiou os fascistas e nazistas e teve participação e responsabilidade direta pelo morte de milhões de judeus durante o holocausto e tantas outras mortes durante a II guerra.
A tecnologia nuclear já estava bem evoluída, havia intensa pesquisa e participação de importantes cientistas como Albert Einstein, e já podia ser utilizada para fins militares. A bomba seria a única arma capaz de criar um ataque violento e poderoso sem causar nenhuma baixa ao exército americano, obrigando o Japão a se render diante de tamanho poderio militar.
Os nazistas já haviam sido derrotados pelos aliados na Europa e Hitler já se suicidara. Ignorando o fato, o Japão continuava resistindo com eficiência ao cerco dos americanos no flanco asiático mesmo perdendo territórios nas Filipinas, China e nos arquipélagos do Pacífico.

 E em 6 de Agosto de 1945. 8h15. a bomba atômica "Little Boy" caiu sobre Hiroshima numa segunda-feira, matando instantaneamente mais de 80 mil civis inocentes, desintegrados pelo calor atômico de 5,5 milhões de graus centígrados, similar à temperatura do Sol.

 Três dias depois, no dia 9, a "Fat Man" caiu sobre Nagasaki

 Estes ataques nucleares ocorreram no final da Segunda Guerra Mundial contra o império do Japão realizados pela Força Aérea dos Estados Unidos da América na ordem do presidente americano Harry S. Truman.

 As estimativas do número total de mortos variam entre 140 mil em Hiroshima e 80 mil em Nagazaki , sendo algumas estimativas consideravelmente mais elevadas quando são contabilizadas as mortes posteriores devido à exposição à radiação. A maioria dos mortos eram civis.

 O Império do Japão declara sua rendição incondicional em 15 de agosto de 1945, com a subsequente assinatura oficial do armistício em 2 de setembro na baía de Tóquio e o fim da II Guerra Mundial.
 Albert Einstein , o mais famoso cientista do século XX, mostrou que pode-se transformar pequenas massas em grande quantidade de energia.

 Na década de 30 , o desenvolvimento de armas nucleares e as manifestações cada vez mais freqüentes de racismo no mundo constituíram as principais preocupações de Einstein.

 Ele escreveu então uma carta ao presidente Franklin Roosevelt em que alertava para o risco que significaria para a humanidade a utilização pelos nazistas da tecnologia nuclear na fabricação de armas de grande poder destrutivo.

 Logo após receber a mensagem, o chefe de estado americano deu início ao projeto Manhattan, que tornou os Estados Unidos pioneiros no aproveitamento da energia atômica em todo o mundo e resultou na fabricação da primeira bomba atômica.


Carta de Albert Einstein ao Presidente Roosevelt


Senhor Presidente,

Um trabalho recente de E. Fermi e L. Szilard, que me foi enviado em manuscrito, leva-me a supor que o elemento urânio pode vir a ser uma nova e significativa fonte de energia em futuro próximo. Certos aspectos da situação que decorrem parecem exigir cuidado e, se necessário, ação pronta de parte do governo. Daí porque creio ser minha obrigação trazer à atenção do senhor os seguintes fatos e recomendações.
Nos últimos quatro meses tornou-se provável – através do trabalho de Joliot, na França, bem como de Fermi e Szilard, nos EUA – que seja possível desencadear, numa grande massa de urânio, uma reação nuclear em cadeia, que geraria vastas quantidades de energia e grandes porções de novos elementos com propriedades semelhantes às do elemento rádio. Agora, está quase certo que isso se possa fazer no futuro imediato.Neste momento,parece quase certo que tal fato possa ocorrer em futuro imediato
Este novo fenômeno poderia também levar à construção de bombas e é de se imaginar – malgrado isso seja bem menos certo – que se possam fabricar, portanto, bombas de extrema potência desse tipo. Uma só dessas bombas, levada em navio e explodida num porto, talvez possa destruir o porto inteiro com partes da zona vizinha. Entretanto, tais bombas talvez sejam muito pesadas para transporte aéreo.
Os Estados Unidos só têm minérios de urânio de qualidade muito baixa e em quantidades reduzidas. Existe minério de boa qualidade no Canadá e na ex-Thecoslováquia, mas a grande fonte de urânio está no Congo Belga.
Dada esta situação, talvez o senhor julgue de bom alvitre que algum contacto permanente se estabeleça entre o governo e o grupo de físicos que trabalha na reação em cadeia nos EUA. Uma forma possível talvez seja o senhor atribuir essa missão a alguém de sua confiança que poderia, quem sabe, atuar em condição não-oficial. Sua tarefa poderia constar do seguinte:
a) fazer contacto com os ministérios, mantê-los a par de quaisquer novos avanços e recomendar ação governamental, com atenção particularmente voltada para o problema de garantir o suprimento de minério de urânio para os EUA.
b) acelerar as experiências, no momento levadas a efeito sob a limitação dos orçamentos de laboratórios universitários, carreando fundos, se fundos se fizerem necessários, pelo contacto com particulares desejosos de contribuir para esta causa, talvez, inclusive, buscando a colaboração de laboratórios industriais que contem disponham do necessário equipamento.
Entendo que a Alemanha resolveu de fato suspender a venda de urânio das minas tchecas que tomou.
Talvez se compreenda por que haja tomado essa providência inicial pelo fato de o filho do vice-ministro do exterior, Von Weizsacker, ser ligado ao Instituto Kaiser Wilhelm, de Berlim, onde está sendo repetido parte do trabalho americano em urânio.

Atenciosamente,

Albert Einstein


 Embora não tivesse participado do projeto e sequer soubesse que uma bomba atômica tinha sido construída até que Hiroshima fosse arrasada, em 1945, o nome de Einstein passou para a história associado ao advento da era atômica.

 Durante a segunda guerra mundial, ele participou da organização de grupos de apoio aos refugiados e, terminado o conflito, após o lançamento de bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki, uniu-se a outros cientistas que lutavam para evitar nova utilização da bomba.

 Intensificando a militância pacifista, defendeu particularmente o estabelecimento de uma organização mundial de controle sobre as armas atômicas.



“A liberação da energia atômica mudou tudo, menos nossa maneira de pensar’’

Albert Einstein




 O Tratado de Não-Proliferação Nuclear é um tratado entre Estados soberanos assinado em 1968.

 Considerado pelos seus signatários como pedra fundamental dos esforços internacionais para evitar a disseminação de armas nucleares e para viabilizar o uso pacífico de tecnologia nuclear da forma mais ampla possível, paradoxalmente apoia-se no "princípio da desigualdade de direitos", e procurar congelar a chamada geometria do poder nuclear em nome da conjuração do risco de destruição da civilização.

 Em sua origem tinha como objetivo limitar as armas nucleares dos cinco países que o assinavam - Estados Unidos, União Soviética, China, Grã-Bretanha e França. A China e a França, entretanto, não ratificaram o tratado até 1992.

 Os cinco países citados são membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas(como a União Soviética não existe mais, em seu lugar está a Rússia) estão obrigados, pelos termos do tratado, a não transferir armas nucleares para os chamados "países não-nucleares", nem auxiliá-los a obtê-las.

sábado, 17 de outubro de 2009

MEU CURRÍCULO

Resumo a seguir minhas principais atividades profissionais. Atuais e anteriores.

CURRICULUM VITAE
Prof. Processos Petroquímicos, Petróleo e Derivados.
Prof. Gestão Ambiental e da Qualidade.
Prof. Química (Superior, Técnico, Médio, Pré-Vest, Concursos).
Prof. Matemática e Ciências (Ensino Fundamental).
Auditor da Qualidade ISO 9001
Corretor de Imóveis (CRECI-RJ)

 Síntese curricular:
• Atuais
1)CEFET-QUIMICA-RJ(ex-ETFQ-RJ)
= Coordenador de Estágios da Unidade Duque de Caxias (CEFET-QUÍMICA-RJ).
= Prof. Processos Orgânicos, Processos Petroquímicos e Tecnologias em Petróleo e Gás (Nível
Superior) , Prof. Gestão da Qualidade e Gestão Ambiental.
= Prof. de Química Geral, Fisico-Quimica e Química Orgânica (Nível Técnico)
2) Prof. Matemática e Ciências (Ensino Fundamental- P.M. de Petropolis)
3) Prof.Química (Ensino médio – Liceu Cordolino Ambrósio).
4)Membro do Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP)- Lubrificantes.
5)Membro do Conselho de Extensão e Ensino do IFRJ.
6) Professor do Curso Refino do Petróleo (FUNCEFET-RJ).
7) Professor do SENAI-FIRJAN.

• Anteriores:
- Consultoria Ambiental e da Qualidade na empresa CAM.
- Auditor da Qualidade da empresa QHSET.
- Coordenador de Processos Industriais na Esc.Tec.Federal de Química-RJ
- Suplente do Conselho de Ensino do CEFET-QUÍMICA-RJ
- Experiência de dez anos como Técnico-Químico da PETROBRAS.

- Professor
Ministério da Defesa (FUNDAÇÃO OSÓRIO), Liceu Nilo Peçanha (Niterói) -- Colégio Metropolitano-RJ --
FAHUPE(3.GRAU) e SENAI.-- Prof. de Química de pré-vestibular dos cursos Miguel Couto e AÇÃO-1—
Colégio Curso Albudane Help e Curso Hexágono (Pré-Vest e Pré militar)

 1. D A D O S P E S S O A I S:
NOME: Octavio dos Santos Gouveia Filho
CONTATOs: Rua Barão de Melgaço 1026 aptp 101 Vista Alegre - Rio de Janeiro.
CEP 21250-320 cel: 21-9144-1125
( 21-7841-8622 nextel ID 103396*3 )
octaviogouveiaf@bol.com.br

2.ESCOLARIDADE:
- Auditor líder de Sistema de Gestão da Qualidade NBR ISO 9001
STAT-A-MATRIX INSTITUTE – HGB.
- Pos-Grad .Min.Defesa – Exercito Brasileiro – Escola Superior de Guerra (ESG)
2003 - Petróleo e Energias Alternativas
2002 - Água-Recurso Natural Estratégico do III Milênio.
2000 - Educação e Globalização.
- PÓS-GRADUAÇÃO em Docência do Ensino Superior : Cândido Mendes 2004
- PÓS-GRADUAÇÃO em MBA Gestão Qualidade Total : Cândido Mendes 2002
- PÓS-GRADUAÇÃO Educação Ambiental : FAHUPE- 1995
- Licenciatura (Química) : UERJ -1991
- Química Industrial : Faculdade da Cidade-1993
- Técnico - Químico : Esc Téc Federal de Química- 1987

 3.LÍNGUAS ESTRANGEIRAS: INGLÊS AVANÇADO (6ANOS) TRADUÇÃO TÉCNICA
(1 ANO) E ALEMÃO BÁSICO ( 3 anos ) FRANCÊS (em curso)

4. INFORMÁTICA: BASIC, FORTRAN, MS-DOS, WORD FOR WINDOWS, EXCEL

5.OUTROS CURSOS:
- TÉCNICO-QUÍMICO PETROBRÁS-REDUC (720 horas)
- INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA - IME – Niv.PÓS-GRAD. Físico-Química
- HIGIENE DO TRABALHO - CROMATOGRAFIA AVANÇADA – TRATAMENTO
DE ÁGUAS - METROLOGIA- I MESA REDONDA DE QUÍMICA ANALÍTICA
AMBIENTAL- (PETROBRAS )
- ISO-GUIDE 25 – IMPLANTAÇÃO DA QUALIDADE EM LABORATÓRIOS (ETFQ)
- METODOLOGIA PARTICIPATIVA (Col.Militar-RJ)




 6.APROVAÇÕES EM CONCURSOS PÚBLICOS :

6.1) Como Técnico-Químico
- PETROBRAS(REDUC) , 2.colocado.1989
6.2) Como Químico
- SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE, , 1.colocado.1995
- FURNAS CENTRAIS ELÉTRICAS - 34.colocado.1996
- CIA DE PESQUISAS E RECURSOS MINERAIS - CPRM - 3.colocado.1996


6.3) Como Prof. Química
- PREFEITURA MUNICIPAL DE CABO FRIO, 10.colocado.1992
- CEFET, 1. colocado na prova escrita.1992
- CAP UFRJ, 2.colocado.1993
- COLÉGIO-CURSO MARTINS,1996
- CENTRO DE EDUCAÇÃO INTEGRAL C.E.I., 4.colocado.1996
- COLÉGIO-CURSO SANTA MÔNICA - 5.colocado.1997
- MINISTÉRIO DA DEFESA (F.OSÓRIO) - 2.colocado.1998
- REDE ESTADUAL- 5.colocado. 1999
- Prof.Química Pref.Mun. de Petropolis – 2.colocado.2000
- Pref.Municipal de Armação dos Búzios – 2. colocado.2001
- REDE ESTADUAL RJ– 1. colocado 2005
Aprovações comprovadas com Diários Oficiais ou Publicações em Jornais.

7.TRABALHOS PUBLICADOS, PALESTRAS E CURSOS MINISTRADOS:
- Autor da “APOSTILA SOBRE TOXICIDADE “dos produtos químicos usados nos
laboratórios do CENPES-PETROBRAS.
- Trabalho publicado no “II SEMINÁRIO DE QUÍMICA ANALÍTICA DO SISTEMA
PETROBRAS”sob o título “DETERMINAÇÃO DO SO2 NA ATMOSFERA”.
- Palestrante na “I MESA REDONDA DE QUÍMICA ANALÍTICA AMBIENTAL
DO SISTEMA PETROBRAS - PARANÁ”. TEMA: “ENERGIA RENOVÁVEL “.
- Palestrante na SEMANA DE QUÍMICA DA UFRJ DE 1994. TEMA: “A IMPORTÂNCIA DO
PETRÓLEO NA MATRIZ ENERGÉTICA MUNDIAL”.
- Professor do curso “Química Orgânica p/ Técnicos Químicos”- CENPES- PETROBRAS.
- Palestrante na X SEMANA DE QUÍMICA DA UERJ- “PETRÓLEO E ENERGIA”.
- Palestrante ESC.EDUC.FÍSICA DA UFRJ. “ENERGIA, PETRÓLEO E EDUCAÇÃO “.




 8. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL:

 8.1.COMO PROFESSOR:

 8.1.1-ATUAIS

*** CENTRO FEDERAL DE EDUC. TEC. DE QUÍMICA-RJ. A partir de l988.
- Disciplinas ministradas: Q. Orgânica (teórica e experimental), Q. Inorgânica(teórica
experimental), Q. Geral (teórica e experimental), Físico-química(experimental) e
Tecnologia Orgânica (petróleo, borracha, plásticos, tintas, detergentes, etc...)
- Professor do curso “ REFINO DE PRODUTOS DE PETRÓLEO”.
*** Liceu Cordolino Ambrósio(Petrópolis) A partir 2005.( pf.Renê 024-2246-8697)


*** EDUCANDARIO MENINO JESUS A partir de 2003.(Irmã Maria ou Profa Cintia
telef 024-2222-1381 ou pfa Ieda 024-2221-6540)

*** E.M.Jorge Amado A partir de 2004.(Diretora pfa.Cirlene 024-2247-2480 ou
pfa Ana 024-9254-7122)

  REFERÊNCIAS:
- CEFET-QUÍMICA: TEL: 36599669 e 21-81414602 (Prof.Sônia).
- FUNDAÇÃO OSÓRIO (COLÉGIO MILITAR).
Profa Olga, Cel Murilo. tel: 22737447 Prof. Paulo Sérgio tel: 98356218

Outras Referencias profissionais
- Pf.Cauby 21-96139210 -Pfa Fátima Monteiro 21-88745075 –Pfa Ana 24-92547122
- Pfa Adesina 24-2222-0358 - Pf.Leonardo Rossi 21-9614-1689 Pf Flavio 21-99383983
- Pfa Joana Darc 21-98757907 Pf Tadeu 21-98881517 -Pf.Francisco 21-99550874

 8.1.2-ANTERIORES

***MINISTÉRIO DO EXÉRCITO (Fundação OSÓRIO). Dez 1998 a Jan.2007.
- Liceu Nilo Peçanha (Niterói) 2002 a 2005.
- E.M.Celina Schechner 2003 e 2004.(Diretora pfa.Silvane 024-2222-0358)
- Instituto Carrescia 2003 e 2004.(Dir.Pf. Carlos Augusto 021-2596-3453 ou
Pf.Luis antönio 021-9442-0836).
- C.E. Raposo Valadares (I.Conceição) 2002 e 2003.
- Colégio Metropolitano.2002
- CURSO MIGUEL COUTO 1998 -Prof.Carlos Eduardo (Caê).tel:21-8141-1903
- Curso Hexágono 1999 a 2002 (Pré-Vestibular). Pf.Química.
- - Curso Albudane Help.1999 a 2001 (Pré-Vestibular) Pf Química.
- Prof.de Química do pré-vestibular intensivo dos cursos Miguel Couto e Ação 1.
- FAHUPE.3.GRAU(Faculdade de Humanidades Pedro II). Prof de Q Inorgânica. 96/97.
- Projeto SENAI-PETROBRAS DE FORMAÇÃO DE OPERADORES DE REFINARIA.
1992 a 1995.
- Instituto Daltro - 1991/92
COLÉGIO APLICAÇÃO UERJ - 1991 - Curso TAMANDARÉ – 1988


 8.2 COMO TÉCNICO QUÍMICO:

-PETROBRAS-REDUC, De 1989 a 1998.

Atividades: Análises de meio-ambiente, petróleo e derivados. Implantação e tradução de
Métodos ASTM. Calibração de instrumentos diversos. Metrologia e preparo de soluções.
Cromatografia gasosa, Implantação de métodos de gestão pela qualidade.
Treinamento e desenvolvimento de pessoal. Supervisão. Auditorias.

- PETROBRAS-CENPES , 1987/88

Atividades: Análise de lubrificantes e aditivos. Calibração de Tubos Viscosimétricos. Preparo e
apresentação de aulas sobre métodos ASTM. Tradução de métodos TOXICIDADE,
PRIMEIROS SOCORROS, COMBATE A INCÊNDIO, DESCARTE E MANUSEIO
DE PRODUTOS QUÍMICOS.

- TEXACO DO BRASIL S.A.-PRODUTOS DE PETRÓLEO, 1986.

Atividades: Análise de lubrificantes e aditivos. Controle da qualidade da água de caldeira.
Noções de Absorção Atômica e infra-vermelho.

- CETEM - CENTRO DE TECNOLOGIA MINERAL, 1985/86.

Atividades: Análise de minérios por via-úmida e fluorescência de raios-x.


REFERÊNCIAS: -PETROBRAS-REDUC: TELS:2677-3079/2677-2294/2677-3031

ELETRÓLISE - LEIS DE FARADAY

Leis de Faraday
Gaiola de Faraday
Num corpo neutro, as cargas elétricas positivas e negativas distribuem-se pelo corpo.

Se eletrizarmos o corpo, as cargas em excesso repelem-se mutuamente e concentram-se na periferia do corpo, na sua superfície exterior.

Passado um curto tempo inicial após a eletrização, o corpo fica em equilíbrio eletrostático, não havendo movimentos de cargas elétricas a nível macroscópico.
Estes fatos comprovou experimentalmente Michael Faraday ao encerrar-se no interior de uma gaiola condutora, onde verificou não haver manifestação de fenómenos elétricos no seu interior.
Uma gaiola de Faraday, para além de ser condutora, não necessita ser contínua, podendo ser constituída por uma rede metálica. Desta configuração lhe veio o nome de gaiola. A verificação do seu comportamento elétrico pode ser feita colocando pêndulos elétricos nas suas paredes interiores e exteriores e eletroscópios no seu interior. Não havendo cargas elétricas no seu interior, verifica-se que, ao eletrizar a gaiola por contato com um gerador eletrostático, os pêndulos exteriores se desviam das paredes, acusando a sua eletrização, enquanto os interiores permanecem imóveis, assim como as folhas dos eletroscópios, comprovando a não existência de cargas elétricas no interior da gaiola.




Duas leis de Faraday sintetizam as observações experimentais.
1ª lei de Faraday
- Nos condutores em equilíbrio a eletricidade é distribuída apenas na superfície externa ; no seu interior não há traço de eletricidade.
2ª lei de Faraday
- No equilíbrio elétrico a força elétrica no interior dos condutores completamente fechados e desprovidos de corpos eletrizados é nula.
A gaiola de Faraday foi adotada para proteger instrumentos e aparelhos de grande sensibilidade colocados no seu interior. Também serve para garantir a segurança de instalações perigosas como paióis e locais de preparação de explosivos. A proteção de edifícios contra descargas atmosféricas é outra aplicação da gaiola. Devido a esta função de proteção, a gaiola também é conhecida como écran eletrostático.

Conclusão
Ao findar a resolução deste trabalho, concluo que eletrólise é um processo não espontâneo de descarga de íons, baseado na conversão de energia elétrica em energia química.
A eletrólise ígnea: a palavra ígnea vem do latim, ígneos, que significa ardente, inflamado. A eletrólise ígnea é feita em um recipiente, chamado de célula ou cuba eletrolítica, constituído de modo a suportar temperas bastante elevadas, pois o ponto difusão das substancias iônicas normalmente é muito alto.
A eletrolise em meio aquoso: quando uma sustância qualquer, Ax By, libera íons em meio aquoso, seja por dissociação, ou por ionização, obtemos um sistema constituído dos íons dessa substancia, e dos íons resultantes da alto-ionização da água, apesar de ocorrer em escala muito pequena (de cada 555 milhões de moléculas da água, apenas 1 reioniza) possibilita duas alternativas de íons para se descarregarem no cátodo e no ânodo.
Michael Faraday (1791-1867): físico-químico, inglês, responsável por uma série de descobertas importantes, formulou duas leis que regem a parte quantitativa dos fenômenos ligados a eletrólise.















Primeira lei de Faraday:
Durante uma eletrólise, a massa de uma substância
liberada em qualquer um dos eletrodos, assim como a
massa da substância decomposta, é diretamente
proporcional à quantidade de eletricidade que passa pela
solução.


m = k.Q





Segunda lei de Faraday:
Quando uma mesma quantidade de eletricidade atravessa
diversos eletrólitos, as massas das espécies químicas
liberadas nos eletrodos, assim como as massas das
espécies químicas decompostas, são diretamente
proporcionais aos seus equivalentes químicos.


m = k.E




Portanto, associado às duas leis:


m = E.i.T/96500


E = Mol / nox



m = massa em gramas e = equivalente eletroquímico i =
intensidade da corrente t = tempo em segundos





EXERCÍCIOS

01- Durante uma eletrólise, a única reação que ocorreu no
catodo foi a deposição de certo metal. Observou-se que a
deposição de 8,81 gramas de metal correspondeu à
passagem de 0,300mols de elétrons pelo circuito. Qual
das opções a seguir contém o metal que pode ter sido
depositado?
Dados: Massas atômicas
Ni = 58,71; Zn = 65,37; Ag = 107,87; Sn = 118,69;
Pb = 207,19
a) Ni.
b) Zn.
c) Ag.
d) Sn.
e) Pb.
02- O cobre com elevado grau de pureza é obtido pelo
método eletrolítico que consiste na eletrólise de solução
de sulfato cúprico e ácido sulfúrico. Utiliza-se cobre impuro
como ânodo e cobre puro como cátodo e regula-se
convenientemente a voltagem de forma que, no cátodo
ocorra apenas a redução
Cu+2
(aq) + 2e- → Cu(s)
A quantidade de elétrons, em mols, necessária para a
obtenção de 254g de cobre puro é
a) 8,5
b) 8,0
c) 5,5
d) 4,0
e) 2,0
03- (UFRN/2001) Niquelação é o processo de deposição
eletrolítica de níquel numa superfície metálica, com a
finalidade de protegê-la contra a corrosão. Esse
procedimento consiste em mergulhar, em uma solução
contendo íons Ni2+, a peça a ser recoberta, e conectá-la,
como cátodo, a uma corrente contínua e constante,
medindo o tempo.
Após a passagem de 50mA de corrente elétrica por uma
peça, durante 193 segundos, a massa de níquel metálico
depositada será:Massa Molar: Ni = 58,7 g/mol
a) 5,8 mg
b) 2,9 g
c) 2,9 mg
d) 5,8 g
04- (UFES/2001) A "cromação" é um exemplo de
eletrodeposição, no qual uma fina camada de cromo é
depositada sobre outro metal. O eletrólito é preparado
dissolvendo-se óxido de cromo (CrO3) em ácido sulfúrico
diluído. A eletrólise, então, reduz o Cr(VI) em solução a
cromo metálico. A equação que representa o processo é:
CrO3(aq) + 6 H+
(aq) + 6e- 􀀅 Cr(s) + 3H2O(ℓ)
Calcule a massa de Cr (s) que pode ser produzida em um
dia em uma célula eletrolítica operando continuamente a
105 amperes (C/s).
a) 83,56 × 104 g/dia
b) 83,56 × 105 g/dia
c) 83,56 × 106 g/dia
d) 83,56 × 107 g/dia
05- Para a deposição eletrolítica de 11,2 gramas de um
metal cujo o peso atômico é 112, foram necessários
19300coulombs. Portanto, o número de oxidação do metal
é:
Dados: F = 96.500 C
a) + 1
b) + 2
c) + 3
d) + 4
e) + 5
06- "Uma corrente de 0,100 ampere atravessa uma
solução aquosa que contém íons níquel. Após 32 minutos
e 10 segundos verifica-se no cátodo um depósito de
0,0587g de níquel."
Quantos moles de átomos de níquel se formaram?
Dado: Ni = 58,7
a) 1,00×10-3
b) 1,50×10-2
c) 2,00×10-3
d) 2,00×10-2
e) 1,00×10-2
07- Dentro de um béquer, dois eletrodos inertes de platina
estão imersos em uma solução de cloreto de cobre II em
água. Esses eletrodos são então ligados a uma bateria
externa, o que provoca a eletrólise da solução.
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VESTIBULAR – 2009
Acerca do sistema assim montado, assinale o que for
correto.
a) Ocorre a liberação de cloro gasoso no cátodo.
b) Ocorre a formação de óxido de cobre (II) em um dos
eletrodos e de ácido clorídrico gasoso no outro.
c) Não ocorre reação de oxidação-redução.
d) Ocorre a deposição de cobre no catodo.
08- (UFPR-2002) O elemento químico alumínio é o
terceiro mais abundante na Terra, depois do oxigênio e do
silício. A fonte comercial do alumínio é a bauxita, um
minério que, por desidratação, produz a alumina, Aℓ2O3. O
alumínio metálico pode então ser obtido pela passagem de
corrente elétrica através da alumina fundida, processo
que, devido ao seu elevado ponto de fusão (2050°C),
requer um considerável consumo de energia. Acrescentese
ainda o alto custo envolvido na extração do alumínio de
seu óxido e tem-se um processo energeticamente muito
dispendioso. Somente a partir de 1886, quando Charles
Hall descobriu que a mistura de alumina com criolita
(Na3AℓF6) fundia a 950°C, o que tornava o processo de
obtenção de alumínio menos dispendioso, foi possível a
utilização desse elemento em maior escala.
A figura adiante representa o dispositivo
empregado para a extração do alumínio pela passagem de
corrente elétrica.
As semi-reações que ocorrem são:
I - Aℓ3+
(fund) + 3e- → Aℓ(liq)
II - 2 O2-
(fund) + C(s) → CO2(g) + 4e-
Com base nas informações acima, é correto afirmar:
(01) A fusão dos minérios é necessária para permitir o
deslocamento dos íons para os respectivos eletrodos.
(02) A reação II indica que o cátodo é consumido durante
o processo.
(04) A redução do alumínio ocorre no eletrodo de aço.
(08) O processo de obtenção do alumínio metálico é uma
eletrólise.
(16) A soma dos menores coeficientes estequiométricos
inteiros na reação total de obtenção do alumínio é 20.
(32) A produção de uma lata de refrigerante (13,5 g de
alumínio) absorve 0,500 mol de elétrons.
09- (UFRS-2001) Um estudante apresentou um
experimento sobre eletrólise na feira de ciências de sua
escola. O esquema do experimento foi representado pelo
estudante em um cartaz como o reproduzido abaixo.
Em outro cartaz, o aluno listou três observações que
realizou e que estão transcritas abaixo.
I - Houve liberação de gás cloro no eletrodo 1.
II - Formou-se uma coloração rosada na solução próxima
ao eletrodo 2, quando se adicionaram gotas de solução de
fenolftaleína.
III - Ocorreu uma reação de redução do cloro no eletrodo
1.
Quais observações são corretas?
a) Apenas I. d) Apenas I e II.
b) Apenas II. e) I, II e III.
c) Apenas III.
10- Sabendo que o cobalto pode ceder elétrons
espontaneamente para os íons Au3+ e considerando a
pilha Co0/Co2+//Au3+/Au0, responda as seguintes
perguntas:
a) Qual é a reação global do processo? Quais são as
semi-reações?
b) Quem se oxida? Quem se reduz?
c) Qual é o eletrodo positivo ou catodo? Qual é o negativo
ou anodo?
d) Em que sentido fluem os elétrons pelo fio?
e) Qual dos eletrodos é corroído? Qual deles tem sua
massa aumentada?
f) Qual das duas soluções se dilui? Qual delas se
concentra?
g) Qual a ddp da pilha?
Dados: Co2+ + 2e- → Co0 E0 = -0,28 v
Au3+ + 3e- → Au0 E0 = + 1,50 v
11- (UNESP/2003) As baterias dos automóveis são cheias
com solução aquosa de ácido sulfúrico. Sabendo-se que
essa solução contém 38% de ácido sulfúrico em massa e
densidade igual a 1,29g/cm3, pergunta-se:
a) Qual é a concentração do ácido sulfúrico em mol por
litro [massa molar do H2SO4 = 98 g/mol]?
b) Uma bateria é formada pela ligação em série de 6
pilhas eletroquímicas internas, onde ocorrem as
semireações representadas a seguir:
pólo negativo:
Pb + SO4
2- → PbSO4 + 2e- Eº = +0,34 V
pólo positivo (+):
PbSO4 + 2H2O → PbO2 + SO4
2- + 4H+ + 2e- Eº = -1,66V
Qual a diferença de potencial (voltagem) dessa bateria?
12-(UFC/2000) O grande avanço tecnológico dos
equipamentos eletrônicos portáteis foi acompanhado
proporcionalmente pelo desenvolvimento das fontes de
energia elétrica de pequeno porte. Isto somente foi
possível, através da utilização das reações químicas de
transferência de elétrons para desenvolver as baterias
(células) de dimensões proporcionais às dos respectivos
equipamentos. Por exemplo, as baterias (células) de
mercúrio, que são usadas em relógios, calculadoras e
microcâmeras fotográficas, utilizam as seguintes reações
químicas:
Zn(s) + 2OH-
(aq) → ZnO(s) + H2O(ℓ) + 2e-; Eº=0,76V
HgO(s) + H2O(ℓ) + 2e- → Hg(ℓ) + 2OH-
(aq); Eº=0,855V
a) Considerando o processo descrito, identifique as
reações anódica e catódica da célula de mercúrio, e os
agentes redutor e oxidante.
b) Descreva a reação total e calcule a voltagem padrão
(Eº) da célula de mercúrio.

domingo, 11 de outubro de 2009

TÉCNICO EM PETRÓLEO E GÁS

Este curso tem muito futuro e presente também. Dispensa comentários. Se você sente alguma afinidade pela área, não pense duas vezes. Inscreva-se logo!

central de concursos 2691-9807 campus Dq.Caxias 3774-6616
Prof.Octavio Gouveia 91441125
nosso SITE: www.ifrj.edu.br

Matriz Curricular do Curso Técnico em
Petróleo e Gás
Concomitante / Subseqüente ao EM
Objetivo do Curso
Formar profissionais técnicos de nível médio da ÁREA PROFISSIONAL INDÚSTRIA, na
habilitação: Técnico em Petróleo e Gás, de acordo com as tendências tecnológicas da região e
em consonância com as demandas dos setores produtivos.
Perfil Profissional de Conclusão
O Técnico em Petróleo e Gás apresentará competências e habilidades para atuar como operador
de plantas industriais de refinarias e controlador de processos industriais na área de petróleo e
gás. Poderá atuar, também, em pesquisa e desenvolvimento, cuja base científico-tecnológica dos
insumos, produtos e processos seja na área de formação.
Duração e Carga Horária do Curso
Duração do curso: 5 semestres.
Total de horas do Curso Técnico: 1998 horas.
Total de horas de Estágio Curricular: 480 horas.
Diploma
Diploma: Técnico em Petróleo e Gás.
Registro Profissional: Conselho Regional de Química.
Área Profissional: Indústria.
Itinerário Formativo
As etapas do curso são seqüenciais. Não há terminalidades parciais.
Após a conclusão do último período, o aluno recebe o diploma de técnico, desde que tenha
realizado, com aprovação, o estágio curricular.
Público Alvo
São candidatos ao curso Técnico em Petróleo e Gás, indivíduos com o ensino médio concluído e
estudantes do segundo ano do ensino médio, em concomitância.
Matriz Curricular: Curso Técnico em Petróleo e Gás
Coordenação do Curso Técnico em Petróleo e Gás
Diretoria de Ensino Médio e Técnico
2
Períodos e Componentes Curriculares
Período 1:
Freqüência semanal: 5 vezes por semana.
Carga horária no período: 405 horas.
DISCIPLINAS ATIVIDADES
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(h/a)
CARGA HORÁRIA
SEMESTRAL
(horas)
Desenho Técnico T/P 4 54
Física Instrumental T/P 6 81
Informática T/P 2 27
Língua Portuguesa T 4 54
Matemática T 4 54
Química Geral T/P 10 135
Total 30 405
Período 2:
Freqüência semanal: 5 vezes por semana.
Carga horária no período: 405 horas.
DISCIPLINAS ATIVIDADES
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(h/a)
CARGA HORÁRIA
SEMESTRAL
(horas)
Eletrotécnica Básica T/P 4 54
Estatística Básica T 2 27
Físico-Química I T/P 4 54
Fundamentos de Metrologia T 2 27
Hidráulica e Pneumática T/P 4 54
Inglês Instrumental I T 2 27
Introdução a Processos Industriais T 2 27
Segurança, Meio Ambiente e Saúde T 2 27
Química Orgânica I T/P 8 108
Total 30 405
Período 3:
Freqüência semanal: 5 vezes por semana.
Carga horária no período: 405 horas.
DISCIPLINAS ATIVIDADES
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(h/a)
CARGA HORÁRIA
SEMESTRAL
(HORAS)
Físico-Química II T/P 4 54
Geologia do Petróleo T 2 27
Inglês Instrumental II T 2 27
Logística do Petróleo e Gás T 4 54
Noções de Direito de Petróleo T 2 27
Química Analítica Quantitativa T/P 6 81
Química do Petróleo T/P 4 54
Química Orgânica II T/P 6 81
Total 30 405
Matriz Curricular: Curso Técnico em Petróleo e Gás
Coordenação do Curso Técnico em Petróleo e Gás
Diretoria de Ensino Médio e Técnico
3
Período 4:
Freqüência semanal: 5 vezes por semana.
Carga horária no período: 405 horas.
DISCIPLINAS ATIVIDADES
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(h/a)
CARGA HORÁRIA
SEMESTRAL
(HORAS)
Análise Instrumental I T/P 4 54
Automação e Controle T 4 54
Corrosão T/P 4 54
Gestão Ambiental e da Qualidade T 4 54
Relações Interpessoais no Trabalho T 2 27
Operação de Dutos T 4 54
Operações Unitárias T 4 54
Transporte e Armazenamento T 4 54
Total 30 405
Período 5:
Freqüência semanal: 5 vezes por semana.
Carga horária no período: 378 horas.
DISCIPLINAS ATIVIDADES
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(h/a)
CARGA HORÁRIA
SEMESTRAL
(HORAS)
Análise Instrumental II T/P 4 54
Empreendedorismo T 2 27
Planejamento e Controle da Produção T 4 54
Processamento de Gás T/P 4 54
Processamento de Petróleo T/P 4 54
Tecnologia de Poços T 4 54
Tecnologia de Reservatórios T 4 54
Tecnologia e Sociedade T 2 27
Total 28 378
Estágio Curricular Supervisionado
Carga horária no período: 480 horas.
ATIVIDADE ATIVIDADES
CARGA HORÁRIA TOTAL
(HORAS)
Estágio Curricular Supervisionado (Obrigatório) P 480
Total 480
Total de horas do Curso: 1.998 horas.
Total de horas de Estágio Curricular Supervisionado: 480 horas.
Aprovada pelo Conselho de Ensino em 11/ 09/ 2008.
Homologada pela Resolução do Conselho Diretor: CD no 27 de 30/ 10/ 2008.

TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO

Este curso forma um profissional muito requisitado pelas empresas. Seja um técnico de segurança. É um curso de apenas três períodos. Excelente formação e ofertas de emprego!


Matriz Curricular do Curso Técnico em
Segurança do Trabalho
Concomitante / Subseqüente ao EM
Anexo à Resolução nº09 de 11 de julho de 2008.
Unidades Duque de Caxias e São Gonçalo
Objetivo do Curso
Formar profissionais técnicos de nível médio da ÁREA PROFISSIONAL SAÚDE, na habilitação:
Técnico em Segurança do Trabalho, de acordo com as tendências tecnológicas da região e em
consonância com as demandas dos setores produtivos.
Perfil Profissional de Conclusão
O Técnico em Segurança do Trabalho apresentará competências e habilidades para realizar
trabalho em equipe; conhecer e interpretar a legislação e as normas técnicas de segurança,
saúde e meio ambiente, atuando na gestão integrada; aplicar princípios ergonômicos na
realização do trabalho; operar equipamentos próprios no campo de atuação; aplicar primeiros
socorros em situação de emergência; coletar, organizar e registrar dados relativos ao campo de
atuação; reconhecer e avaliar os riscos profissionais a que estão expostos os trabalhadores e
identificar as formas de prevenção de acidentes; identificar e avaliar rotinas, protocolos,
instalações e equipamentos; atuar em consultoria sobre segurança do trabalho; realizar palestras
e treinamentos para informar os trabalhadores sobre os riscos ocupacionais e a sua prevenção e
utilizar recursos e ferramentas de informática na confecção de relatórios, tabelas e apresentações.
Duração e Carga Horária do Curso
Duração do curso: 3 semestres.
Total de horas do Curso Técnico: 1215 horas.
Total de horas de Estágio Curricular: 480 horas.
Diploma
Diploma: Técnico em Segurança do Trabalho.
Base Legal: Decreto Federal nº 5154/2004
Registro Profissional: Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura - CREA
Área Profissional: Saúde
Itinerário Formativo
As etapas do curso são seqüenciais. Não há terminalidades parciais.
Após a conclusão do último período, o aluno recebe o diploma de técnico, desde que tenha
concluído o Ensino Médio e tenha realizado, com aprovação, o estágio curricular.
Público Alvo
São candidatos ao Curso Técnico em Segurança do Trabalho indivíduos que estejam cursando o
terceiro ano do Ensino Médio ou tenham o Ensino Médio concluído.
Matriz Curricular: Curso Técnico em Segurança do Trabalho 2008
Coordenação do Curso Técnico em Segurança do Trabalho
Pró-Reitoria de Ensino Técnico
2
Períodos e Componentes Curriculares
1º Período
Freqüência semanal: 5 vezes por semana.
Carga horária no período: 405 horas.
DISCIPLINAS ATIVIDADES CARGA HORÁRIA
SEMANAL ( H/ A)
CARGA HORÁRIA
SEMESTRAL ( HORAS)
Física T/P 2 27
Higiene do Trabalho I T/P 6 81
Informática Aplicada I T/P 2 27
Matemática, Probabilidade e Estatística T 4 54
Português Instrumental T 4 54
Química T/P 6 81
Segurança do Trabalho I T/P 6 81
Total 30 405
2º Período
Freqüência semanal: 5 vezes por semana.
Carga horária no período: 405 horas.
DISCIPLINAS ATIVIDADES CARGA HORÁRIA
SEMANAL ( H/ A)
CARGA HORÁRIA
SEMESTRAL ( HORAS)
Análise de Riscos T 6 81
Desenho Técnico T/P 4 54
Higiene do Trabalho II T/P 6 81
Informática Aplicada II T/P 2 27
Inglês Instrumental I T 2 27
Química Aplicada T/P 4 54
Segurança do Trabalho II T/P 6 81
Total 30 405
3º Período
Freqüência semanal: 5 vezes por semana.
Carga horária no período: 405 horas.
DISCIPLINAS ATIVIDADES CARGA HORÁRIA
SEMANAL ( H/ A)
CARGA HORÁRIA
SEMESTRAL ( HORAS)
Empreendedorismo e Relações
Interpessoais T 4 54
Ergonomia T/P 4 54
Gestão Integrada: Qualidade, Meio
Ambiente, Saúde e Segurança T 6 81
Inglês Instrumental II T 2 27
Segurança do Trabalho III T/P 6 81
Segurança na Construção T/P 4 54
Toxicologia T 4 54
Total 30 405
Estágio Curricular Supervisionado
Carga horária no período: 480 horas.
ATIVIDADE ATIVIDADES CARGA HORÁRIA TOTAL (HORAS)
Estágio Curricular Supervisionado (Obrigatório) P 480
Total 480
Total de horas do Curso: 1.215 horas.
Total de horas de Estágio Curricular Supervisionado: 480 horas.
Aprovada pelo Conselho Acadêmico Provisório de Ensino Médio e Técnico em 19/05/2008.
Homologada pela Resolução CD nº09 de 11/07/2008.
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